
Certamente todos, ou pelo menos a maioria de nós já está familiarizada com o conceito de Produto Mínimo Viável (MVP), não é mesmo?
- O que é Minimum Lovable Product?
- Qual a diferença entre MVP e MLP?
- Perigos do Produto Mínimo Viável e também do Amável
- Primeiro passo Quais as possibilidades?
- Segundo passo Requisitos e features
- Terceiro passo Refinando a lista de features
- Passo Quatro Experimente como se não houvesse amanhã!
- Passo Cinco Abracadabra, Produto Mínimo Adorável!
- Passo Seis Aprenda, corrija e impulsione!
Considerando que um Minimum Viable Product, MVP um produto com funcionalidades essenciais que são suficientes para aprender e evoluir, evitando gastos excessivos com recursos mortos.
O que é Minimum Lovable Product?
Assim como na estratégia do Mínimo Produto Viável, o desenvolvimento de um Minimum Lovable Product (MLP) compartilha de grande parte de suas características que permitem a criação de produtos mínimos, funcionais e verificáveis (testáveis).

O Minimum Lovable Product (MLP), ou Produto Mínimo Amável, representa uma abordagem progressiva no desenvolvimento de produtos, transcendendo o conceito do Produto Mínimo Viável (MVP). Enquanto o MVP se concentra na funcionalidade básica, o MLP vai além, buscando criar uma experiência que não só atenda às necessidades essenciais dos usuários, mas também os envolva emocionalmente e os encante. O que torna um Minimum Lovable Product algo especial, é o fato de que ele busca também despertar emoções positivas nos usuários e criar uma conexão emocional com o produto. Isso significa que o MLP não se preocupa apenas em entregar uma solução funcional, mas também em oferecer uma experiência agradável e encantadora.
Qual a diferença entre MVP e MLP?
O MVP (Produto Mínimo Viável) e o MLP (Produto Mínimo Amável) compartilham o objetivo de abordar a criação de produtos de maneira eficaz, focando no usuário, mas com abordagens distintas.
Podemos identificar facilmente 10 pontos de convergência nos objetivos e características das duas estratégias:
- Compreensão das Necessidades: Ambos enfatizam entender profundamente o que os usuários precisam ao criar um produto.
- Melhorias Graduais: MVP e MLP evoluem a partir de uma versão básica, aprimorando com feedback contínuo.
- Validação na Prática: Tanto os produtos mínimos amáveis quando os viáveis valorizam testar suas ideias no mundo real para validar suposições.
- Lançamento Estratégico: MVP e MLP priorizam lançar cedo, coletando feedback real.
- Enfoque Essencial: Evitam gastos extras focando nas funcionalidades cruciais que agregam valor à solução.
- Preparação para o Futuro: Criam base sólida para crescimento gradual e escalável do produto.
- Decisões Baseadas em Dados: Coletar e analisar informações sobre a utilização do produto ajuda a orientar o aprimoramento contínuo.
- Feedback é importante: Tanto o MVP quanto o MLP valorizam as opiniões dos usuários para melhorias
- Valor da cada estratégia: O MVP busca fornecer valor funcional, enquanto o MLP – Minimum Lovable Product procura adicionar um toque emocional e uma conexão mais profunda.
- Aceitação de Mudanças: Ambos reconhecem que é normal ajustar ou mudar as ideias iniciais com base no feedback dos usuários.
Perigos do Produto Mínimo Viável e também do Amável
Acredito que já esteja claro para os ‘C levels’, gerentes de produto e demais tomadores de decisões nas empresas, que é possível ter ambições de resultados amplos com um produto, mesmo que os passos iniciais sejam modestos, e qual a importância disso!
Por isso, adotar o MVP se tornou essencial para criar produtos sem rasgar dinheiro e nem perder o timing do negócio.
Entretanto, utilizar MVP pode nos fazer cometer um pecado quase capital: negligenciar as a utilidade, aceitação e aderência das funcionalidades desse mínimo produto, e principalmente: será que os usuários realmente desejam isso?
Vantagens do MVP
O MVP, ou Produto Mínimo Viável, é uma maneira de criar produtos ou serviços de forma mais rápida e eficiente.

O MVP (Produto Mínimo Viável) oferece benefícios como obtenção rápida de feedback dos usuários, testes imediatos do potencial do produto e planejamento de recursos com base em métricas. Ele tem algumas vantagens, como poder receber opiniões dos usuários logo no início, testar se as pessoas vão gostar do produto e criar um plano para melhorar o produto usando informações que são coletadas.
- Obter feedback rápido dos usuários.
- Testar imediatamente o potencial do produto.
- Criar um plano de recursos baseado em métricas obtidas.
Perigos do MVP
O uso de modelos de desenvolvimento de produtos mínimos viáveis, esconde algunsperigos. Um deles é que pode ser difícil decidir o que é mínimo e necessário para o produto.

A adoção de abordagens que envolvem o desenvolvimento de produtos mínimos viáveis apresenta certos riscos ocultos. Um deles reside na complexidade de determinar os elementos mínimos e essenciais do produto. Pessoas podem se preocupar mais em ter várias funcionalidades do que atender a necessidade, ou então sentirem-se frustrados com um produto ‘simples demais’.
- Dificuldade em definir o que é “mínimo”.
- Ênfase nas funcionalidades em vez da excelência.
- Clientes podem não se satisfazer com funcionalidades simples.
Foco no que importa: o coração do usuário
busca reorientar o modo como encaramos o desenvolvimento de produtos ao introduzir o conceito do Minimum Lovable Product (MLP).
Scott Hurff definiu o conceito de Minimum Lovable Product em seu livro “Designing products that people love“ como “a abordagem que oferece uma solução notavelmente excepcional na dimensão mais crítica, com o objetivo de instigar e provocar emoções positivas nos clientes”.








